PROJETANDO O FUTURO
Projeto realizado pela professora formanda no curso de pedagogia pelo Centro Universitario FIEO- UNIFIEO, Helen Correia de Lima com propostas, projetos e artigos relacionados á educação e a visão geral do tema na atualidade.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Curso de Charge
Trabalho apresentado para avaliação na disciplina de Tecnologia da Informação e Educação, do 4º Semestre do curso de Pedagogia, turno Matutino, da Universidade UNIFIEO, ministrado pelo professor Ernesto Carlos Tavares de Almeida.
O presente trabalho apresenta um Curso de Charge destinados à alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
Meios de Comunicação – Charge e TV
Trabalho apresentado para avaliação na disciplina de Tecnologia da Informação e Educação, do 4º Semestre do curso de Pedagogia, turno Matutino, da Universidade UNIFIEO, ministrado pelo professor Ernesto Carlos Tavares de Almeida.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Métodos que auxiliam no trabalho com Inclusão
Deficiência intelectual
Repetir atividades no cotidiano ajuda as crianças a compreender as noções de tempo e de espaço
O ritmo de aprendizagem das crianças com deficiência intelectual costuma ser mais lento que o dos colegas. Isso não impede que as atividades propostas sejam igualmente desafiadoras. Quanto mais chances a criança tiver de explorar o ambiente, os objetos e conhecer os hábitos e tradições do grupo em que vive, mais chances ela terá de compensar suas desvantagens e de desenvolver suas habilidades.
Compreender as noções de tempo e de espaço pode ser algo complicado para esta criança. Desenvolva muitas experiências para que ela vivencie situações variadas. Tudo o que pode ser visto e que faz parte do cotidiano se torna mais palpável para a criança com deficiência intelectual. Se necessário, repita atividades no dia a dia e confira pequenas responsabilidades à criança para que ela seja, de fato, parte do grupo e tenha suas aprendizagens garantidas.
A fala também pode demorar mais que o habitual para se desenvolver. Utilize placas com imagens dos objetos e palavras que indiquem ações rotineiras como comer, beber, fazer xixi etc. Assim a criança terá mais autonomia para indicar suas necessidades.
Outra recomendação é montar um caderno de registros com os avanços e as dificuldades da criança, que deve ser compartilhado em conversas periódicas com os pais ou responsáveis. Isso vai ajudá-lo a entender o ritmo do pequeno e a propor atividades adequadas para ele.
É importante lembrar que, dependendo do grau de deficiência intelectual da criança, alguns problemas de mobilidade e de agressividade podem aparecer. Em alguns casos, um auxiliar, que serve como cuidador, acompanha a criança durante a rotina, ajuda nas idas ao banheiro ou a traz de volta para a sala quando foge. Nessas situações, tenha a devida compreensão com as condições da criança, mas não deixe de mostrar a ela que precisa ter um comportamento de estudante, assim como os colegas. Aos poucos, e se bem estimulada, a criança vai compreender que precisa aprender junto da turma.
O ritmo de aprendizagem das crianças com deficiência intelectual costuma ser mais lento que o dos colegas. Isso não impede que as atividades propostas sejam igualmente desafiadoras. Quanto mais chances a criança tiver de explorar o ambiente, os objetos e conhecer os hábitos e tradições do grupo em que vive, mais chances ela terá de compensar suas desvantagens e de desenvolver suas habilidades.
Compreender as noções de tempo e de espaço pode ser algo complicado para esta criança. Desenvolva muitas experiências para que ela vivencie situações variadas. Tudo o que pode ser visto e que faz parte do cotidiano se torna mais palpável para a criança com deficiência intelectual. Se necessário, repita atividades no dia a dia e confira pequenas responsabilidades à criança para que ela seja, de fato, parte do grupo e tenha suas aprendizagens garantidas.
A fala também pode demorar mais que o habitual para se desenvolver. Utilize placas com imagens dos objetos e palavras que indiquem ações rotineiras como comer, beber, fazer xixi etc. Assim a criança terá mais autonomia para indicar suas necessidades.
Outra recomendação é montar um caderno de registros com os avanços e as dificuldades da criança, que deve ser compartilhado em conversas periódicas com os pais ou responsáveis. Isso vai ajudá-lo a entender o ritmo do pequeno e a propor atividades adequadas para ele.
É importante lembrar que, dependendo do grau de deficiência intelectual da criança, alguns problemas de mobilidade e de agressividade podem aparecer. Em alguns casos, um auxiliar, que serve como cuidador, acompanha a criança durante a rotina, ajuda nas idas ao banheiro ou a traz de volta para a sala quando foge. Nessas situações, tenha a devida compreensão com as condições da criança, mas não deixe de mostrar a ela que precisa ter um comportamento de estudante, assim como os colegas. Aos poucos, e se bem estimulada, a criança vai compreender que precisa aprender junto da turma.
Vídeos: a interação entre o educador e a criança pequena
O professor tem um papel fundamental no desenvolvimento da oralidade dos pequenos. Maria Slemenson, formadora de professores do Instituto Natura, explica qual é essa importância, aponta as formas mais adequadas de dialogar com as crianças e mostra caminhos para ampliar o vocabulário delas. Assista!
http://www.youtube.com/watch?v=K4OWtF9SYe4&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=_UxEqkQwq_M&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=w9WDRa7OjfY&feature=player_embedded
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